Previdência PGBL vs. Investir por Conta Própria
O PGBL deduz suas contribuições da base do IR (até 12% da renda tributável, na declaração completa) e adia o imposto para o resgate. Informe seus dados e veja o aporte máximo com benefício, a restituição reinvestida e quanto você teria pela previdência versus investindo por conta própria.
| Ano | Renda | Aporte (12%) | Restituição | Saldo Previdência | Saldo Conta Própria |
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Como o cálculo funciona
O PGBL permite deduzir as contribuições da base do IRPF até 12% da sua renda bruta anual tributável — mas só vale para quem faz a declaração completa. Essa dedução gera uma restituição (você paga menos imposto), que nesta simulação é reinvestida — é aí que mora a maior vantagem do PGBL.
Comparamos dois caminhos, com o mesmo aporte anual (o máximo dedutível de 12%):
- Previdência (PGBL): o aporte rende de forma diferida (sem come-cotas), descontada a taxa de administração. A restituição anual é aplicada num investimento à parte. No resgate, o PGBL paga IR sobre o valor total pela tabela regressiva, calculada aporte a aporte (PEPS): cada contribuição é tributada pela faixa do seu tempo de aplicação — 35% para menos de 2 anos, caindo até 10% para os aportes com mais de 10 anos. A conta das restituições paga 15% sobre o ganho.
- Por conta própria: o mesmo aporte rende à rentabilidade por conta própria que você informar (sem taxa de administração), sem restituição, e paga 15% de IR só sobre o ganho no resgate. A restituição reinvestida também rende a essa taxa. Assim você testa cenários como "consigo 1% a mais investindo sozinho".
Estimativa simplificada com tabelas de 2024 e regime regressivo. Assume declaração completa e aportes constantes; ignora a defasagem de ~1 ano da restituição, come-cotas de fundos, inflação e variações de renda. Não é recomendação de investimento nem consultoria tributária.